POSOLOGIA:
Como para todos os AL, a dose varia e depende da região a ser anestesiada, da vascularização dos tecidos, da tolerância individual e da técnica de anestesia.
Deve ser administrada a menor dose necessária para produzir anestesia eficaz.
A dose máxima é de 4,5 mg/Kg sem ultrapassar 400 mg (equivalente a 7 carpules para adultos saudáveis normais);
A dose deve ser reduzida em pacientes clinicamente comprometidos, debilitados ou idosos. MALAMED, SF. Manual de Anestesia Local. 5a. Ed. Elsevier, 2005.
Doses máxima em carpules para pacientes saudáveis (4,5 mg de cloridrato de prilocaína / Kg - cada carpule de 1,8 ml contém 54 mg de cloridrato de prilocaína).
APRESENTAÇÃO:
Solução estéril injetável de Cloridrato de Prilocaína (30mg/ml) em associação com Felipressina (0,03UI/ml).
Via de administração: Para uso exclusivo via injeção em mucosa ou tecidos moles.
COMPOSIÇÃO:
Cada mL da solução injetável contém:
Cloridrato de Prilocaína.......................................30 mg
Felipressina...................................................... 0,03 U.I.
Excipientes q.s.p...............................................1,0 mL
Excipientes: Metilparabeno, Cloreto de Sódio e Água
para Injeção
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
O uso de anestésico local associado ao consumo de álcool e medicamentos tranquilizantes, interfere diretamente na eficiência do anestésico, podendo aumentar ou diminuir seu tempo de ação, bem como sua potência.
Prilonest deve ser usado com cuidado em pacientes recebendo antiarrítmicos, pois pode haver um aumento dos efeitos tóxicos destes.
Pacientes que estejam usando paracetamol ou fenacetina não devem usar este produto, já que estes elevam os níveis de metemoglobina.
REAÇÕES ADVERSAS:
Nas doses recomendadas, Prilonest produz raras reações que, quando ocorrem, são similares as que ocorrem com outros anestésicos locais do tipo amida.
Entretanto, as reações psicogênicas são comuns antes ou durante os procedimentos odontológicos.
Em casos de injeção intravascular acidental, uso de doses excessivas, absorção rápida ou hipersensibilidade, podem ocorrer efeitos que envolvem o sistema cardiovascular e o SNC, como nervosismo, zumbido, contração muscular, euforia, sonolência, visão dupla ou turva, tontura, convulsões, possivelmente parada respiratória, hipotensão, depressão miocárdica, bradicardia. Para mais informações e outras reações adversas, vide a Bula.